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Visualizador Shapefile

Carregue um arquivo .shp ou um .zip contendo um Shapefile (.shp, .dbf, .prj) e explore as feições no mapa interativo. Um .shp avulso exibe apenas a geometria, sem atributos. Processamento 100% no navegador — seus arquivos nunca saem do seu dispositivo.

Precisa de mais do que um visualizador?

O Geodocs organiza seus dados de campo com mapas, relatórios e formulários dinâmicos. Ideal para equipes que trabalham com levantamentos, fiscalizações e projetos geoespaciais.

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Shapefile é um formato de dados geoespaciais criado pela Esri nos anos 1990 e hoje é um dos formatos mais amplamente suportados em softwares GIS. Apesar do nome no singular, um Shapefile é na verdade um conjunto de arquivos: o .shp contém as geometrias, o .dbf armazena os atributos em formato de banco de dados, o .prj define o sistema de coordenadas (projeção), e o .shx é um índice que acelera a leitura. Todos esses arquivos precisam estar presentes para que o dado seja interpretado corretamente. O formato é dominante em órgãos governamentais, agências ambientais, empresas de engenharia e qualquer setor que trabalhe com dados geoespaciais legados. Para saber mais, leia o guia completo de Shapefile.

Como um Shapefile é composto de múltiplos arquivos (.shp, .dbf, .prj, .shx e às vezes outros), a forma padrão de distribuí-lo é compactar todos os arquivos em um único .zip. Isso facilita o envio por e-mail, download de portais de dados abertos e transferência entre sistemas. Este visualizador aceita um arquivo .zip contendo um Shapefile — basta comprimir os arquivos juntos e arrastar para a ferramenta. Você também pode arrastar um arquivo .shp avulso para visualizar rapidamente a geometria, sem atributos. Se um desses arquivos estiver faltando, leia por que um Shapefile sem o .shx ou o .dbf não abre.

Esta ferramenta permite abrir e visualizar Shapefiles diretamente no navegador, sem precisar instalar QGIS, ArcGIS ou qualquer outro software GIS. É ideal para inspecionar rapidamente dados recebidos de um fornecedor, verificar o conteúdo de um download de dados abertos, ou compartilhar uma visualização com alguém que não tem acesso a software GIS. Além da visualização, você pode explorar os atributos de cada feição na tabela e exportar para GeoJSON ou KML para integração com outras ferramentas. Se os seus dados aparecerem no lugar errado do mapa — até no oceano — leia o que fazer quando falta o .prj de um Shapefile.

Shapefiles são utilizados amplamente por engenheiros civis e ambientais, topógrafos, gestores de infraestrutura, agências governamentais (como IBGE, ANEEL, DNIT), empresas de geoprocessamento e planejadores urbanos. Dados de zoneamento, limites municipais, redes de drenagem, cadastro de imóveis e traçados de linhas de transmissão são frequentemente distribuídos nesse formato. Se você trabalha com GIS no Brasil, é quase certo que já recebeu ou vai receber um Shapefile.

Você pode arrastar um arquivo .shp avulso para visualizar rapidamente a geometria, ou para ver os dados completos com atributos, compacte os arquivos do Shapefile (.shp, .dbf, .prj, .shx) em um único arquivo .zip. Arraste o arquivo para a área de upload, ou clique para selecionar. O arquivo é processado diretamente no seu navegador — nenhum dado é enviado para servidores. Após o carregamento, as feições aparecem no mapa e a projeção detectada é exibida. Clique em qualquer feição para ver seus atributos no painel lateral. Use os botões de exportação para baixar os dados em GeoJSON, KML ou CSV. Se seus atributos tiverem acentos, inclua também o arquivo .cpg — leia por que os acentos de um Shapefile podem virar texto ilegível.

Shapefile é um formato binário multi-arquivo legado da Esri, dominante em softwares GIS de desktop como ArcGIS e QGIS e em trocas de dados entre órgãos governamentais e empresas de engenharia. Sua principal desvantagem é que um único conjunto de dados é dividido em múltiplos arquivos, o que complica o compartilhamento. GeoJSON é um formato de texto moderno baseado em JSON, definido pela RFC 7946 — é o padrão para APIs web, mapas interativos e ferramentas de dados abertos. É um único arquivo de fácil leitura e geração programática. KML é o formato XML do Google Earth, muito usado por equipes de campo e softwares como Google Maps e Geodocs — suporta estilos visuais ricos e é amplamente suportado. Se você recebeu um Shapefile e quer integrá-lo a uma plataforma web ou API, o caminho mais prático é convertê-lo para GeoJSON — o que esta ferramenta faz diretamente com o botão de exportação. Use nosso Visualizador KMZ se você tem arquivos .kmz ou .kml. Para uma comparação completa que também inclui o GeoPackage, leia Shapefile vs GeoPackage vs GeoJSON: qual usar. Um motivo para deixar o Shapefile de lado: seu limite de 10 caracteres para nomes de coluna — leia como um Shapefile corta nomes de coluna longos.

Todo o processamento acontece localmente, no seu próprio navegador. Seus arquivos nunca são enviados para nenhum servidor — nem os nossos. Você pode usar esta ferramenta com arquivos confidenciais sem qualquer preocupação com privacidade ou segurança de dados.